Em parceria com o biólogo e ictiólogo Alec Krüse Zeinad, Rubinho reuniu sua vasta experiência de pesca esportiva ao conhecimento acadêmico para produzir uma obra considerada uma verdadeira bíblia sobre os peixes esportivos de água doce no país.
Segundo Rubinho, o livro reflete as mudanças que ocorreram no cenário da pesca esportiva ao longo dos anos. Se antes o lema era o incentivo ao pesque e solte, hoje a prática já é consolidada no Brasil, e a atenção volta-se para o manejo correto do peixe, garantindo maior taxa de sobrevivência após a captura.
“A nova edição também aprofunda temas como os órgãos dos sentidos dos peixes, mostrando como eles enxergam, ouvem e percebem o ambiente, em informações valiosas para quem busca melhorar seu desempenho como pescador”, comenta Rubinho.
Outro destaque é a reclassificação científica de espécies, especialmente no caso dos tucunarés, considerados embaixadores da pesca esportiva brasileira. Estudos genéticos recentes reduziram de 16 para 9 as espécies catalogadas, e o livro traz esse e outros dados fundamentais para a comunidade de pescadores esportivos e pesquisadores.
Além do conteúdo científico e técnico, a obra recebeu tratamento editorial primoroso.
O livro tem revisão técnica e científica de Flávio Lima (Unicamp), diagramação de Carlos Lamari (Unicamp), revisão de texto de Norma Lúcia da Silva Uerhara, com ilustrações de Mauro Lopes e Gustavo Monteiro, e mapas criados por Rosimeire Sacó.
A publicação foi impressa pela Midiograf, em Londrina, utilizando tecnologia inovadora que realça imagens e confere aspecto de “livro-arte”.
“Esse livro é muito mais do que um guia, é uma ferramenta de conhecimento e preservação. Quanto mais informação o pescador tiver, mais ele admira, cuida e preserva os peixes. Se a primeira edição foi um divisor de águas, essa será um divisor de oceanos”, comenta Rubinho.